sexta-feira, 29 de abril de 2011

UFC: o filhote da Globalização


    O UFC 129, amanhã (30/04/2010) no Canadá, será um dos maiores eventos da história do MMA (mixed martial arts). 55 mil ingressos foram vendidos e o Rogers Centre, Toronto, estará lotado!

 O esporte que mais cresce no mundo é monopolizado pelo UFC (Ultimate Fighting Championship). O evento foi inicialmente promovido pela organização de entretenimento Grupo Semaphore (SEG) em associação com a WOW Promotions (liderada por Art Davie e Rorion Gracie). O primeiro evento UFC é de 1993. .                                                                                                                                   
   Com a decadência e ressurgimento do evento, os irmãos Fertitta e o promotor Dana White  assumem a promoção em 2002 e criam a Zuffa, uma espécie de holding para cuidar do evento. Depois de superado o quase fim devido as dívidas, o negócio fala mais alto e o UFC torna-se lentamente um dos maiores eventos do mundo.O reality show como The Ultimate Fighter finca a bandeira da marca e o evento ganha status de esporte emergente. O uso da mídia foi primordial para o seu sucesso. 


Ainda sim, o maior evento dos anos 2000 era o Pride. A promoção japonesa havia surgido e superado o UFC tendo os melhores lutadores da sua época. Enquanto o UFC , apesar dos vários campeões brasileiros,estava primariamente lotado por lutadores norte-americanos, o Pride era heterogêneo. Lutadores brasileiros, americanos, russos, croatas e japoneses, é claro, compunham os cards de lutas.
    Como o Pride era um obstáculo ao crescimento do UFC, a Zuffa move seu capital por metade do mundo e compra o evento japonês. Incorporou os lutadores e simplesmente extinguiu a concorrência. O último Pride ocorreu em 2007. Nos últimos anos, outra promoção cresceu em tamanho e importância: Strikeforce. A organização americana começava a ganhar espaço quando... foi comprado pela Zuffa!
    Assim, a holding detém as três maiores marcas do esporte: UFC, Pride e Strikeforce. Praticamente possui o monopólio do esporte. Não se pode esquecer do também finado WEC (World Extreme Cagefighting) que era um evento satélite, uma marca de batalha do UFC destinado a pesos leve, pena, galo e mosca.
   Esporte? Pode dizer esporte e negócios.

   

UFC : a mão de obra globalizada

Cinco dos  Super Sete do UFC - da esquerda para a direita: Velasquez, Jon Jones, Anderson Silva, Frank Edgar, Dominick Cruz
    A mão de obra (às vezes pés e cotovelos também) do UFC vem de todas as partes do mundo. Os americanos constituem a maioria dos lutadores. Mas como bons filhotes da globalização recrutam os melhores do mundo, não importando da onde, para lutar na organização. A origem dos campeões é diversificada. Distintas nacionalidades e etnias estão representadas nos atuais sete campeões de cada divisão.

Dominick Rojelio Cruz - detentor do cinturão peso-galo do UFC. Norte-americano de origem mexicana.

José Aldo da Silva Oliveira Júnior - atual campeão do UFC na categoria peso pena representando as artes marciais brasileiras.

Frank James Edgar- campeão dos pesos-leves vencendo. Típico americano.

Georges St. Pierre - também conhecido como GSP é um lutador canadense de MMA sendo o atual campeão dos meio-médio. Canadense de Montreal tem ascendência francesa.

Anderson da Silva - é um lutador brasileiro negro especialista em Muay Thai e atual campeão mundial peso médio.

Jonathan D. Jones é o campeão mundial peso meio-pesado. Mantém a tradição dos grandes lutadores afro-americanos.

Cain Ramirez Velasquez é um lutador de MMA americano de ascendência mexicana. É o atual campeão dos pesos pesados.

    Isos sem contar os antigos campeões como Lyoto Machida. Paraense, brasileiro e filho de japoneses. Ou a lendária família Gracie. Também originários do Pará (atualmente concentrados no Rio de Janeiro) a linhagem teve origem na Escócia sendo os Gracie brasileiros seus parentes distantes. Foi a partir da ideia de Rorion Gracie e o cineasta John Milus que o UFC surgiu.

Esse esporte é ou não é um filhote bem acabado da globalização?

Oss!

                                     MOMENTO CLÁSSICO DO ESPORTE                         

P.S.: O MMA surge a partir do Vale-Tudo que era praticado no Brasil desde a década de 1980. Uma luta clássica é o confronto da lenda Rickson Gracie x Rei Zulu:

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Big Mac como índice econômico: o índice Big Mac


O índice do Big Mac, calculado pela revista britânica 'The Economist', é baseado na teoria da Paridade do Poder de Compra (PPP, na sigla em inglês), que compara o valor de diversos produtos em países diferentes.
Tendo como objetivo medir o grau de sobre- ou subvalorização de uma divisa em relação ao dólar americano, comparando os preços do hamburger Big Mac nos Estados Unidos com o preço do Big Mac do país no qual se pretende comparar a moeda.
  O princípio é que os procedimentos operacionais da cadeia de fast food McDonald's são os mesmo em todos os países em operação, inclusive a margem de contribuição por produto.
O índice foi criado em 1986 e é calculado pela revista The Economist.

Um outro exemplo de aplicação prática , e suas limitações, pode ser verificado pela seguinte reportagem:

 O tradicional Índice Big Mac da revista  The Economist demonstra que atualmente comer o sanduíche no Brasil custa o equivalente a U$ 5,26, o que coloca o Brasil como um dos que possui o maior preço pela iguaria do McDonald's - atrás apenas da Suiça, de acordo com o levantamento feito entre 15 países selecionados pela publicação. Nos Estados Unidos, ele custa U$ 3,71. Com isso a revista sugere que o real esteja sobrevalorizado em 42% (na divulgação anterior, em julho deste ano, a sobrevalorização era de 31%). A China apresenta o Big Mac mais barato da lista, em torno de U$ 2,18, o que indicaria uma subvalorização de 40% da moeda local. Embora sirva para comparar o poder de compra dos países, a Economist ressalta que o Índice Big Mac não analisa completamente o câmbio, enquanto fatores como o preço de aluguéis e salários também influenciam o preço do sanduíche.
http://www.terra.com.br/economia/infograficos/bigmac/index.htm


O BLOG INFORMA:

Como nem tudo são flores... Não vá se animando e correndo comprar um lanche dos arcos dourados para saciar a sua fome. Você já assistiu o documentário Supersize Me - A Dieta do Palhaço? Nossos amigos do Blog Doc Verdade (link que você encontra aí na barra lateral de blogs indicados) disponibilizaram para download. (clique aí em download para baixar)

(EUA, 2004,100min.) Dirigido, produzido, escrito e estrelado por Morgan Spurlock.
Produção independente, Super Size Me, mostra o que acontece quando uma pessoa saudável (no caso, o próprio diretor) passa 30 dias comendo apenas e tão somente em McDonald´s.

Ganho de 11kg de peso, problemas no rins, fadiga, colesterol, são apenas alguns dos vários sintomas acumulados durante esse curto período.

Mostra também todas as ferramentas que o McDonald´s usa para seduzir as crianças, através do uso de comerciais de TV, brinquedos e até desenhos animados.

O documentário foi feito com uma verba minúscula e se tornou um dos bem sucedidos no nosso século.É divertidíssimo,  Com certeza, mudará muito sua impressão dessa gigantesca rede de fast food.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Real Madrid x Barcelona: o clássico do planeta



É hoje!!! Nos tempos de Globalização, os fãs de futebol tem a oportunidade de acompanhar a UEFA Champions League em tempo real. Apesar de ser torcedor do Real Madrid, desde os tempos do Sávio e depois Figo e Zidane, o Barcelona é um time chato. É chato porque depois de assisti-lo jogar todo e qualquer jogo fica chato. Aquilo não é time de futebol: é time de artistas!!!

Enfim... Para falar sobre o jogo existe o  blog PVC. Vamos falar do $dinheiro$ (tchim-tchim). O caderno de esportes do Jornal O Globo (27/04/2011), numa matéria do sensacional Pedro Motta Gueiros, mostra como os dois times impactam no Produto Interno Bruto (PIB) da Espanha. Além disso, traça um comparativo das receitas e custos dos rivais.


A capital do mundo da bola
Pedro Motta Gueiros

Detentores de um monopólio nacional que avança pelo planeta, Real Madrid e Barcelona movimentarão 0,1% do Produto Interno Bruto espanhol até a temporada 2012/2013. De acordo com estudo da BDO, um em cada mil euros gerados no país virão da paixão pelos dois clubes. A considerar o capital político e cultural envolvido na rivalidade, toda a Espanha já põe suas fichas no clássico de hoje no Santiago Bernabéu, Madrid. Nove meses depois de a Fúria levantar a Copa do Mundo na África do Sul, nasce uma nova geopolítica da bola. Hoje, mai do que nunca Madri é a capital do futebol mundial.
Além de uma receita maior no último balanço (442,3 milhões x 385,3 milhões), O Real Madrid é mais rico em sua sala de troféus, com nove taças da Europa contra três do rival. Em valores individuais e na aplicação coletiva, no entanto, o Barcelona acumula as melhores cotações do ano, embora no clássico as ações oscilem sem relação ao que passou.

Real Madrid x Barcelona: o clássico do planeta parte 2

Espanha x Catalunha = Real Madrid x Barcelona
Na verdade, Real Madrid x Barcelona é mais do que um jogo de futebol. É o embate entre o poder central espanhol encarnado no time branco contra a resistência histórica do povo catalão personificado nos blaugraneros.
Franco - ditador espanhol (1939-1975)

Durante a ditadura de Franco (ferrenho torcedor madridista), a Catalunha foi proibida de manifestar sua própria cultura. Nas arquibancadas do Campo Nou, o coro barcelonista entoava seus cânticos em catalão como desafio a ordem estabelecida. O futebol era o único espaço onde era afirmada a identidade catalã. Ir ao estádio era mais do que torcer e sim ter a oportunidade de ser quem realmente eram.

Camp Nou - estádio do Barcelona
Franco morreu e a Catalunha ficou. E também permaneceu a rivalidade. Sempre que Real e Barça estão guerreando em campo décadas de conflito emergem nos corações. Torna-se mais do que uma simples partida de futebol. Trata-se do orgulho de dois povos tentando sobrepujar o outro.

No mundo não há nada igual.


terça-feira, 26 de abril de 2011

A Apple e o custo Bra$il: é caro ser fã da maçã

Já disse o Ulraje a Rigor:

"Morar nesse país
É como ter a mãe na zona
Você sabe que ela não presta
E ainda assim adora essa gatona"

    Nunca antes na história do mundo houve um país que cobrasse tantos impostos quanto a pátria amada. Talvez, você não sinta o dinheiro sair da sua carteira. Mas... Caso você seja geek, já tentou comparar o preço da bugiganga eletrônica aqui no Brasil com outros países do mundo? Olha o exemplo cruel.

Somos uma nação privelegiada ou não?

O iPad mais caro do mundo está no Brasil
, não é um modelo diferente de iPad por ser o mais caro, é o mesmo modelo dos outros países, porém, com altos impostos alfandegários.
Foi divulgada uma tabela com o Ranking dos iPads mais caros do mundo. E por incrível que pareça, o que não é incrível, o Brasil está em 1°, está perdendo até pra Argentina, e isso não é de se comemorar:

       A salvação para nós, fãs das traquitanas do tio Jobs, seria a produção do aparelhinho em terras brasilis. Aí... Sonho realizado! A Foxconn (empresa taiwanesa que monta os produtos Apple) anunciou que instalará uma base de produção específica para a Apple no estado de São Paulo. O preço do iPad , por exemplo, irá cair de 20 a 30%. Um exemplar de 16GB wi-fi passaria dos 1699 reais atuais para 1190. Ótimo? Não! Ainda sim nosso querido tablet seria o mais caro do mundo!!! A taxação sobre produtos eletrônicos e industrializados (o famoso IPI) tornaria o produto de 300 a 400 reais mais caro do que na Coréia do Sul e EUA, respectivamente!!!

Para onde vai toda a arrecadação?? Como diria o quadro do asilado político do Jô Soares: Você não quer que eu volte!!!

Para encerrar com um pouco de humor ( o famoso "rir para não chorar"):


Eu Não Tenho iPhone
Os Seminovos

                 
                            

Eu vejo dedos deslizando sobre a tela
E penso: "como eu queria ter uma coisa daquela!"
Fico triste quando vejo a marca da maçã mordida
Ela me lembra que eu não estou bem de vida

Que vergonha do meu celular que tem teclinha
É um modelo made in china de segunda linha
Sou revoltado mas tenho meus motivos
Essa merda que eu comprei não roda aplicativos!

(refrão:)

Eu não tenho iphone
Eu não tenho ipod
Eu não tenho ipad
Aí fode
Porque com o que eu ganho
Eu só consegui ter
Um pré-pago sem 3g

O velho desktop é uma outra dor minha
Tem monitor de tubo e mouse com bolinha
Meus amigos levam seus ibooks numa mão
Mas meu computador só sai de caminhão

(refrão:)

Malditos geeks sempre descolados
Pra eles usuário de windows é um pobre coitado
Vivem perguntando por que eu não compro um imac
Mas ninguém me diz: "deixa que eu pago! pegue o cheque!"

Bibliografia (ou "Dando crédito a quem merece)

Época - edição 647 - 18 de abril de 2011 - O nosso pedaço da Apple
http://letras.terra.com.br/os-seminovos/1829735/

http://letras.terra.com.br/ultraje-a-rigor/49187/
Leia mais: http://www.infomaniaco.com.br/curiosidades/o-ipad-mais-caro-do-mundo/#ixzz1KgnwJVGy http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios+tecnologia,ipad-brasileiro-e-o-mais-caro-do-mundo,not_46212,0.htm

                                         AÍ SIM!! FOMOS SURPREENDIDOS                                     


O "Não Faz Sentido" do Felipe Neto também faz campanha pelo Preço Justo. Assistam o vídeo e participem da campanha:


O casamento real : questões geográficas

A monarquia britânica, a mais midiática do mundo, volta a tona nessa semana. Seu membro mais pop , o Príncipe William, entrará na Abadia de Westminster para celebrar seu matrimônio com a plebéia Kate Middleton (muito bem escolhida, meu garoto!).

O que isso tem qualquer relação com a Geografia?

Bom... Para começar: a expressão "ele manda tanto quanto a rainha da Inglaterra" está muitíssimo equivocada. Para a ONU a Inglaterra simplesmente não existe. A representação jurídica internacional é o Reino Unido. O nome oficial é O Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte

A bandeira é a que segue:




e a história é essa:


O Reino Unido é uma união de quatro nações constituintes: Escócia, Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales. O Reino Unido é governado por um sistema parlamentar com a sede do governo em Londres, a capital, e é uma monarquia constitucional com a rainha Isabel II sendo a chefe de Estado. As dependências da Coroa das Ilhas do Canal (ou Ilhas Anglo-Normandas) e a Ilha de Man, formalmente possessões da Coroa, não fazem parte do Reino Unido, mas formam uma confederação com ele. O Reino Unido tem quatorze territórios ultramarinos, todos remanescentes do Império Britânico, que no seu ápice, possuía quase um quarto da superfície terrestre mundial, fazendo desse o maior império da história. Como resultado do império, a influência britânica pode ser vista na língua, cultura e sistemas judiciários de muitas de suas ex-colônias como o Canadá, Austrália, Índia e os Estados Unidos. A rainha Elizabeth II permanece como a chefe da Comunidade das Nações (Commonwealth) e chefe de Estado de cada uma das monarquias na Commonwealth.

       Além disso, nosso querido príncipe é... formado em Geografia!!! O antigo aluno da St. Andrews (primeira universidade da Escócia fundada em 1413), e também piloto de resgate da RAF (Royal Air Force), começou seus estudos no curso de História da Arte, no qual conheceu sua futura esposa. Ele mudou de curso e oficialmente é geógrafo formado desde 2005.

Não seria óbvio que o curso de Geografia é muito mais importante para o futuro rei do que reconhecer épocas e períodos da arte?

P.S.: Procurei mas não achei o trabalho final do Will. Seria geógrafo físico ou humano? Hum...

Simbolismo e Neutralidade da Família Real Britânica

Ainda sobre a monarquia britânica.Abaixo está a reprodução de um trecho da revista Época (edição 674 - 18 de abril de 2011) sobre a importância da família real para o povo britânico.

"... não parece haver dúvida na opinião pública britânica sobre a importância da própria monarquia. Uma pesquisa feita pela organização YouGov em novembro revelou que 68% dos britânicos preferem manter o monarca, enquanto 16% gostariam que o país tornasse uma república. Parte desse resultado se explica pelo papel que reis e rainhas desempenharam na história e ainda ocupam no imaginário popular. "É difícil imaginar a Grã-Bretanha sem a monarquia", diz Blain. "Esse é um país que ama suas tradições." Da imagem de Elizabeth II nas notas de libra à coroa que adorna cada chope servido em copo de pint (a medida de 568 militros do sistema imperial), a realeza está até nos pequenos detalhes do cotidiano. O monarca faz parte da identidade nacional, assim como a cerveja quase quente, a chuva e o costume de fazer filas. Ele é um fator de estabilidade."

A reportagem ainda versa sobre o peso político que a monarquia deixa de exercer como estratégia de preservar a própria existência num mundo onde tais estão em extinção.

    " Como A Grã-Bretanha é um monarquia constitucional, a rainha não tem papel executivo ou legislativo, apesar de ser a chefe do Estado. Cabe ao Parlamento eleito pelo voto popular fazer as leis e escolher o primeir-ministro, que governa de fato. Elizabeth II faz questão de manter posturas neutras mesmo nas situações em que teria o direito de intervir. O caso mais recente foi o impasse na criação fo governo de coalização de maio de 2010, após as eleições em que nenhum conseguiu a maioria parlamentar necessária. Monarcas passados teriam participado das negociações para a escolha do primeiro-ministro, mas Elizabeth preferiu ficar de fora. Essa neutralidade é vista como um ponto que favorece a continuidade da monarquia - opinião tanto de seus defensores quanto de quem gostaria de ver a nação livre dela.
    "Monarquias são espécies em extinção no mundo todo", diz Graham Smith, porta-voz do grupo Republic, que faz campanha pelo fim da instituição. Segundo ele, o sistema só sobreviveu em dois casos: em tiranias em que a realeza conseguiu se manter no poder por meio de violência e, no extremo oposto, em locais como a Grã-Bretanha, onde a família real conseguiu se adaptar com a implementação de medidas democráticas suficientes para remover a monarquia da equação, dando à instituição uma imagem benigna e inofensiva. "Isso acabou com a pressão para nos livrarmos dela", diz Smith.

Uma pergunta para reflexão: como seria um Brasil monárquico no atual estágio da nossa sociedade? A falta de limites e respeito reinantes (com o perdão do trocadilho não intencional) não combinam com a sobriedade, hierarquia e tradição de reis.

Se é infelizmente ou felizmente, cabe a você decidir.

Postagem teste

Queridos e queridas,

estamos aqui nesse momento testando a postagem do nosso querido blog.  Para tal, postamos a paixão do autor:




Me chama de Maverick que eu dou um looping em você, SUA LINDA!!!